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Descoberta

Escrito por José Valmei Bueno | Publicado: Quarta, 28 de Janeiro de 2026, 08h27 | Última atualização em Quarta, 28 de Janeiro de 2026, 08h49
Espécie descoberta foi batizada com o nome “Gisela”, em homenagem à mãe de um dos pesquisadores envolvidos no trabalho. (Foto: Divulgação)
Espécie descoberta foi batizada com o nome “Gisela”, em homenagem à mãe de um dos pesquisadores envolvidos no trabalho. (Foto: Divulgação)

Pesquisadores do IFSULDEMINAS descobrem nova espécie de libélula na Serra do Espinhaço

Pesquisadores do Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (IFSULDEMINAS) – Campus Inconfidentes anunciaram a descoberta de mais uma nova espécie de libélula, ampliando o conhecimento científico sobre a biodiversidade brasileira. O inseto foi encontrado no Parque Estadual do Itambé, localizado na Serra do Espinhaço, região que abrange áreas entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

A descoberta ocorreu durante pesquisas de campo realizadas nos anos de 2024 e 2025. Após uma análise minuciosa do material coletado, os pesquisadores confirmaram que o exemplar trata-se de um macho pertencente a uma espécie até então desconhecida pela ciência.

A nova espécie foi batizada com o nome “Gisela”, em homenagem à mãe de um dos pesquisadores envolvidos no trabalho, como forma de reconhecimento e valorização pessoal associada à produção científica.

O estudo é resultado de uma parceria entre o IFSULDEMINAS – Campus Inconfidentes, o Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) – Campus Bambuí, e a Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), demonstrando a importância da cooperação entre instituições públicas de ensino e pesquisa.

Esta já é a quarta nova espécie de libélula descoberta por pesquisadores do IFSULDEMINAS – Campus Inconfidentes, sob a coordenação do professor Marcos Magalhães, responsável pelo Laboratório de Zoologia do campus. A descoberta foi publicada na revista científica International Journal of Odonatology, periódico internacional de referência na área de estudos sobre libélulas.

O achado reforça a relevância da Serra do Espinhaço como uma área estratégica para a conservação da biodiversidade e destaca o papel fundamental da pesquisa científica no mapeamento e na preservação da fauna brasileira.


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