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Pesquisa no Caparaó

Escrito por José Valmei Bueno | Publicado: Quarta, 21 de Janeiro de 2026, 12h26 | Última atualização em Quinta, 22 de Janeiro de 2026, 09h16
Pesquisadoras do Campus Inconfidentes no Parque Nacional do Caparaó. (Foto: Divulgação)
Pesquisadoras do Campus Inconfidentes no Parque Nacional do Caparaó. (Foto: Divulgação)

Pesquisadores realizam visita técnica ao Parque Nacional do Caparaó para estudar biodiversidade em altitudes

Entre os dias 26 e 31 de janeiro, estudantes e pesquisadores do IFSULDEMINAS – Campus Inconfidentes realizam uma visita técnica ao Parque Nacional do Caparaó, localizado na divisa entre os estados de Minas Gerais e Espírito Santo. A atividade integrou a terceira campanha de campo do projeto de pesquisa — considerada a penúltima etapa de coleta de dados — que investiga o efeito da altitude da Mata Atlântica sobre a diversidade de insetos e aracnídeos.

A ação envolveu alunos dos cursos de Licenciatura em Biologia e Engenharia Agronômica do Campus Inconfidentes, além de dois estudantes do programa de mestrado da Universidade Federal de Lavras (UFLA), ambos egressos do IFSULDEMINAS. O trabalho é desenvolvido em parceria entre o IFSULDEMINAS – Campus Inconfidentes, a UFLA e o IFMG – Campus Bambuí, fortalecendo a integração entre Institutos Federais e Universidades.

Espécie rara de opilião encontrada no Parque do Caparaó.(Foto: Divulgação)

O estudo já conta com duas campanhas de campo anteriores, que resultaram em registros relevantes da fauna local, incluindo organismos raros, como algumas espécies de opiliões, grupo de aracnídeos pouco conhecido e de grande importância ecológica. A expectativa é que os dados obtidos ao longo das coletas contribuam significativamente para o conhecimento da biodiversidade da Mata Atlântica de altitude, um dos biomas mais ricos e ameaçados do país.

Segundo o coordenador da equipe, professor Marcos Magalhães, os resultados parciais são promissores:

“Estamos encontrando uma diversidade extremamente elevada, com espécies raras e, possivelmente, novas para a ciência, o que reforça a importância do Parque Nacional do Caparaó para a conservação e para a pesquisa científica,” destacou Magalhães.

 

 

 

 

 

 

 

 

Além de gerar conhecimento científico, o projeto tem papel fundamental na formação acadêmica dos estudantes, proporcionando vivência prática em pesquisa de campo e consolidando a cooperação institucional entre Institutos Federais e Universidades, ampliando o impacto do ensino, da pesquisa e da extensão na região.


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